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Capítulo 5 Ascendentes de Joanna seção 5.5 - Manoel José Vianna
Dados de Manoel José Vianna de São Cristóvão Sergipe avô
paterno de Joanna
Manoel José
Vianna era conhecido empresário
sucroalcooleiro que desde cedo promovia
eventos de entretenimento e
religiosos, como o que se vê abaixo.![]() |
| Correio de Sergipe 1847 |
O documento apresentado em seguida vincula Manoel a José
Pedro em 1861, quando José deve ter cerca de 17 anos, pois deve ter nascido em
1844 (sua certidão de óbito indica que aos 50 anos morreu em 23 de julho de
1894) . Presumindo-se que ele é o primogênito
e considerando-se a prática de recém casados terem filhos após um ano de
casado seu pai Manoel teria se casado em torno de 1843. Presumindo-se que se casavam idades
entre 20 e 26 anos Manoel pode ter
contraído matrimonio em torno de 1821 e teria nascido em torno de 1800 talvez
em Portugal. Começa a trabalhar na Camara como secretário seguramente a partir
de 1852. Como está aposentado seguramente em 1877 deve ter trabalhado só 25
anos na Câmara. Desconhece-se ainda a idade
e ano de óbito.
![]() |
|
Jornal de Aracaju 1877 ed 794
|
Suas atividades políticas eram as típicas de um homem de negócios do Império com se vê nos recortes abaixo, que o caracterizam como português de origem membro da Guarda Nacional e de Eleitor, manifestando-se lealmente com frequencia em prol da monarquia, ou organizando as eleições, ou atuando como secretário da Câmara, ou em registros de viagens e propriedade de pataxo. (Patacho - barco à vela, de dois mastros com vela de proa redonda e a de ré do tipo latina. Começou a ser utilizado no final do século XVI. Com deslocamento variando entre 40 e 100 tons, utilizado para o transporte de cargas e reconhecimento http://www.brasilmergulho.com.br/port/naufragios/descricao/index.shtml)
Nestes anúncios exibidos abaixo pode-se observar as nações a que pertenciam os escravos
africanos negociados, a saber: Angola, Benguela, Costa, Cassange, Baca,
Moçambique. Fica também evidenciada a transversalidade da escravidão. Há
crioulos, pardos e de nação. Há relatos de que muitos destes pardos na verdade
eram caboclos e mamelucos e a própria Princeza Isabel ficou surpresa ao ver até brancos na
comitiva de escravos que estava presente no dia da Abolição. Isto reflete a grande dificuldade,
depois de alguns séculos de miscigenação, distinguir pela cor da pele a etnia
de alguém no Brasil. Observe-se que hoje reconhece-se cerca de 130 tons de pele
e mais de trinta tipos de cabelo no Brasil.
Manoel mantinha intensa atividade de movimentação
de mão de obra escrava para sua grande operação em cana de açúcar e em ações
ligadas à Guarda Nacional. Já se observa a crise econômica no Nordeste com a
venda de escravos para o Sul do Brasil.











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